
"Enquanto isso, navegando eu vou
Sem paz
Sem ter um porto
Quase morto, sem um cais"
(Marcelo Camelo - Veja bem, meu bem).
Sem paz
Sem ter um porto
Quase morto, sem um cais"
(Marcelo Camelo - Veja bem, meu bem).
Meus textos são melancólicos. E dizem que eles costumam mostrar como é verdadeiramente o autor. Mas, quer saber? Não sou uma pessoa deveras otimista, mas a melancolia não é meu forte. Só que escrevo como um desabafo. É pra me livrar, pra não explodir. Quem precisa extravasar felicidade? Escrever é como um grito de desespero quando se está sem fôlego: se não prestarem bastante atenção, nem percebem.
Uma pessoa só é feliz se acredita ser feliz. Contudo essa felicidade pode passar por certos hiatos. E... o que nos cabe nessas horas?
Meu grito é abafado. E só me basta esperar o intervalo passar.
Será que alguém me ouve?
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